Começa a segunda etapa de filmagens da série Rios Maranhenses

Equipe da produtora Tem Dendê, inicia gravações da segunda etapa da série Rios Maranhenses, em Arari

 

Começou este mês, em Arari, a segunda etapa das gravações da série Rios Maranhenses, onde a equipe da Tem Dendê Produções, responsável pelas filmagens, explorou as lendas e histórias do Rio Mearim, no trecho onde ocorre o fenômeno da Pororoca.

A série com 16 episódios, ancorada pelo fotógrafo de natureza, Eduardo Mody, tem o apoio do Sebrae Maranhão e das prefeituras dos municípios onde a produção tem passado. Nesta fase, a produtora baiana vai registrar imagens para episódios que incluem as cidades de Arari, Pedreiras, Barra do Corda, Vitória do Mearim, Santa Inês e Pindaré-Mirim.

Em Arari, a produção contou com a colaboração da secretaria municipal de Turismo, Cultura e Lazer e do pesquisador e escritor arariense Adenildo Bezerra, que falou sobre dados geográficos e históricos do rio Mearim, em seu baixo curso e sobre as lendas populares que estão no imaginário dos moradores da região, como o Cabeça de Cuia e a Mãe D`agua. Os nativos do povoado Curral da Igreja, também foram visitados pela equipe de produção.

“É uma grande satisfação fazer parte desse projeto que tem a parceria do Sebrae e falar de Arari, da sua geografia, cultura, lendas, tradições e belezas naturais é algo de extrema alegria. Espero com isso, colocar o município no mapa das ações turísticas, pois é um trabalho bastante expressivo e vai trazer notoriedade para a nossa cidade”, disse otimista, Bezerra.

De acordo com o gerente da regional do Sebrae em Santa Inês, Wamberg Amaral, a instituição tem dado o apoio necessário à equipe da produtora baiana. “Como parceiro da ação, o Sebrae tem atuado para viabilizar consultores e encontrar pessoas especialistas no assunto, além de colaborar com a logística para garantir o bom andamento do cronograma de gravações”, afirmou Amaral.

Pedreiras – A equipe da produtora baiana, Tem Dendê, também gravou esta semana em Pedreiras, onde o enfoque foi o trabalho realizado pela quebradeiras de coco babaçu.

Eduardo Mody, fotografou e mostrou o trabalho artesanal das mulheres da comunidade Santa Cantídia, as margens do rio Mearim, que fazem a quebra do babaçu e extraem o azeite da amêndoa, uma tradição que também é fonte de renda para muitas famílias ribeirinhas da região.

O diretor da série, Cadu Pereiva, destacou que cada etapa de produção inclui cinco episódios e o trabalhos tem sido bem proveitosos. “Estamos com uma equipe grande para cuidar de tudo e fazer com que o conteúdo saia da melhor forma possível, pois estamos falando das doze bacias hidrográficas do Maranhão, pudemos registrar o assoreamento e interferência do homem em alguns trechos dos rios que já percorremos, mas estamos bem satisfeitos com os resultados até aqui, de belezas naturais estamos bem servidos”, considerou Pereiva.

Seguindo o cronograma de produção, as próximas gravações acontecem nos municípios de Barra do Corda, Vitória do Mearim, Santa Inês e Pindaré-Mirim.

Gravações no município de Pedreiras, onde o enfoque foi o trabalho realizado pelas quebradeiras de coco babaçu

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